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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Meu amor!

Hoje no ônibus com a cabeça encostada no vidro e olhando através da janela, me descobri apaixonada.
Apaixonada por sua beleza estonteante, que muitos não vêem, mas eu vejo muito bem.
Já conheço seus defeitos, mas quem ama, ama todos os defeitos também, ou pelo menos os aceita.
E afinal, o amor é cego, e eu sou cegamente apaixonada.
Meu amor é odiado por muitos, não importa, eu também sou.
Eu sei como encontrar no meu amor, lugares secretos e perfeitos que só ele tem.
Amo cada pedacinho, amo ver os seus detalhes, amo explorar e me perder dentro de sua grandeza.
Meu amor ainda tem muito que aprender e muito que amadurecer, e eu também.
E nós o faremos junto.
Porque nasci em seu coração, ele para sempre estará no meu.
Até posso me afastar por uns tempos, mas sempre voltarei para o meu amor.
Porque um amor assim não se abandona.
Assim me declaro para você, meu amor, São Paulo.


Há, enganei vocês?
Desculpa, não resisti em colocar esse texto. Podem me chamar de louca. Sou mesmo. Se você não mora em São Paulo, algumas modificações e você entende do que estou falando... ou não.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Os príncipes encantados modernos

Quando vi o filme “Encantada” fiquei pensando nos príncipes contemporâneos. Não estou falando do príncipe Charles e afins. Estou me referindo aos príncipes da nossa vida mesmo. Aqueles que nos fazem suspirar na nossa torre, ou melhor diria, no nosso apartamento do 17º andar. Eles não enfrentam mais dragões, mas ainda conseguem nos fazer rir. Armaduras não são mais necessárias, só se vestir bem já está de bom tamanho. O maior perigo que enfrentam, é a nossa TPM. Subir pelo elevador em vez de pelas tranças, por que afinal condicionador bom está muito caro. Em vez de uma fada madrinha, um bom cartão de crédito dá conta do recado. E perder nosso sapato carissimooo por ai nem pensaaaar!
Montado em um cavalo branco? Um veículo motorizado de quatro rodas estaria mais adequado. E nós que os salvamos de muitas situações também, não somos mais tão indefesas.
Muitas coisas mudaram, mas ainda procuramos nosso príncipe encantado, ele não precisa ser perfeito, só precisa nos fazer feliz!

Ainda esperando o meu... talvez ele esteja vindo de jegue...